quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
"Entro na vida das pessoas com a cautela de um elefante dentro de casa. Não é por querer que deixo bagunçado por onde passo. Alguns vasos quebrados e memórias que talvez nem me aflijam depois, mas que, com certeza, irá marcar o dono da casa. Desculpa, é que eu sou grande!"
( Ully Stella )
É amor o que se exala daqueles olhos pequenos.
É amor a água que escorre lentamente por aquela pele branca.
É amor quando ela acha que voa meio mundo em duas rodas.
É amor quando aqueles pés gordinhos e feiosos encostam nos seus.
É amor quando a moça tem passagem só de ida para abrir a boca.
É amor o jeito disperso dessa menina.
É amor quando os braços frágeis da moça te abraçam como se você fosse o mundo dela.
É amor quando ela joga a cadeira, a mesa na tua direção. Mais amor ainda é ela vir pedir perdão.
É amor quando ela renuncia os pecados da tua carne e te aceita, e te ama ;e te batiza.
É amor quando ela chora não querendo ouvir teus conselhos cheios de farpas da verdade.Mas não foge.
É amor o complemento preferido do Verbo sentir.
E tudo o que vier dela é amor. Se deceparem, esmagarem, queimassem o corpo dela, é amor os teus pedaços, teu resto e tua cinza. Do amor nasceu essa célula que mais parece estrela, e é no amor que ela desfalecerá. Teu sobrenome é Ully Stella e teu nome é Amor. Fim!
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